Fantasmas de um além nem tão longe assim
O que você faria se o amor da sua vida lhe dissesse que você é tudo de bom, mas se ele cruzasse com uma certa pessoa, não se responsabilizaria por seus atos? Ok, na verdade ele disse que vai evitar, com todas as suas forças, estar próximo da tal pessoa devéras importante em sua vida pregressa.
Impossível ouvir isso e não sentir seu mundinho desabar, ou pelo menos o coração apertar e os olhos involuntariamente se encherem d´água. Todos temos ex (es). Alguns marcaram, outros nem tanto. Há os que ainda nos produzem calafrios e os xaropes que causam repugna. Eu tenho um pouco de cada, mas nenhum deles é do tipo "preciso ficar longe senão avanço".
Eis meu fardo por tempo indeterminado: superar a dita. Em todos os aspectos. Ocorre que temos um hiato sem proporções entre nós. Tá certo que eu já posei de transgressora, mas o momento dominatrix durou o suficiente para que eu chegasse à conclusão de que aquela não sou eu. Não posso cometer excessos politicamente incorretos. Minha moral (de calcinha, diga-se de passagem) é frexível, mas não tão elástica a ponto de me permitir a poligamia, a promiscuidade, o excesso constante de bebida, muito menos substâncias alucinógenas desconhecidas. Muitas foram as situações em que eu fiz a merda e me arrependi amargamente. A ponto de passar mal, me sentir a escória do mundo, a ovelha negra da família, um ser não digno de tanta sorte que me cerca. É quando eu penso na família que eu tenho, na educação que recebi, nos avós religiosos, nas aulas de catequese, crisma e nos domingo em que meu avô me buscavam para ir na missa das 9 horas na catedral.
Em resumo, não sou santa, mas também não sirvo para demônia. Tenho tatuadas no corpo duas asas de anjos que me guardam do céu, para onde acredito que irei e onde acredito que estão parentes que muito me orgulham e a quem também devo honrar.
Minhas armas para vencer essas forças ocultas que tanto minaram e ainda minam o inconsciente de quem eu quero tão bem são simples: amor, carinho, cuidado, cumplicidade, mimo, frutinhas com granola no café da manhã, eventuais almoços e jantas de minha autoria, cafuné, beijo, muito beijo e, o melhor de tudo, sexo, muito sexo. Tudo isso usado com inteligência, sabedoria, na medida certa e com perspicácia.
Eu tenho plena consciência de que é preciso esforço e empenho extra nas coisas do coração. Tem dias em que a gente não tá pra papo (eu tô nesses dias quase todos os dias, mas aí é porque tem algo errado), outros em que a gente precisa de uma boa conversa, aqueles em que o melhor remédio é um sexo gostoso e ainda os que um abraço cura tudo. Mas como eu vou adivinhar quando é dia de quê? Ah, só a convivência dirá e vontade de brincar de casinha não me falta.
Abaixo a assombração. Xô, satanás!
Impossível ouvir isso e não sentir seu mundinho desabar, ou pelo menos o coração apertar e os olhos involuntariamente se encherem d´água. Todos temos ex (es). Alguns marcaram, outros nem tanto. Há os que ainda nos produzem calafrios e os xaropes que causam repugna. Eu tenho um pouco de cada, mas nenhum deles é do tipo "preciso ficar longe senão avanço".
Eis meu fardo por tempo indeterminado: superar a dita. Em todos os aspectos. Ocorre que temos um hiato sem proporções entre nós. Tá certo que eu já posei de transgressora, mas o momento dominatrix durou o suficiente para que eu chegasse à conclusão de que aquela não sou eu. Não posso cometer excessos politicamente incorretos. Minha moral (de calcinha, diga-se de passagem) é frexível, mas não tão elástica a ponto de me permitir a poligamia, a promiscuidade, o excesso constante de bebida, muito menos substâncias alucinógenas desconhecidas. Muitas foram as situações em que eu fiz a merda e me arrependi amargamente. A ponto de passar mal, me sentir a escória do mundo, a ovelha negra da família, um ser não digno de tanta sorte que me cerca. É quando eu penso na família que eu tenho, na educação que recebi, nos avós religiosos, nas aulas de catequese, crisma e nos domingo em que meu avô me buscavam para ir na missa das 9 horas na catedral.
Em resumo, não sou santa, mas também não sirvo para demônia. Tenho tatuadas no corpo duas asas de anjos que me guardam do céu, para onde acredito que irei e onde acredito que estão parentes que muito me orgulham e a quem também devo honrar.
Minhas armas para vencer essas forças ocultas que tanto minaram e ainda minam o inconsciente de quem eu quero tão bem são simples: amor, carinho, cuidado, cumplicidade, mimo, frutinhas com granola no café da manhã, eventuais almoços e jantas de minha autoria, cafuné, beijo, muito beijo e, o melhor de tudo, sexo, muito sexo. Tudo isso usado com inteligência, sabedoria, na medida certa e com perspicácia.
Eu tenho plena consciência de que é preciso esforço e empenho extra nas coisas do coração. Tem dias em que a gente não tá pra papo (eu tô nesses dias quase todos os dias, mas aí é porque tem algo errado), outros em que a gente precisa de uma boa conversa, aqueles em que o melhor remédio é um sexo gostoso e ainda os que um abraço cura tudo. Mas como eu vou adivinhar quando é dia de quê? Ah, só a convivência dirá e vontade de brincar de casinha não me falta.
Abaixo a assombração. Xô, satanás!

