Time to change
É cíclico. Passa um certo tempo, que pode ser longo (cinco, seis anos) ou curto (dois), e o bichinho da insatisfação volta a atacar. É uma sensação ruim, de não mais pertencer, de intolerância, de estar ficando para trás.
Eu preciso estar em constante aprendizado. Preciso sentir que alguém está me ensinando. O autodidatismo nunca me satisfez.
A monotonia no trabalho é tão ruim quanto sexo sem prazer. É brochante. Pior ainda quando eu paro e penso no tempo que dedico diariamente ao trabalho... é muita coisa!
Olho ao meu redor e vejo um monte de gente desmotivada, no piloto automático, e mais um bando nem aí pro que sai nas páginas do jornal. Eu não sei trabalhar assim: o que eu faço tem que ser o melhor, tem que beirar a perfeição... e quando vejo que só eu penso assim... ahhh, que raiva!
Então, vejo que a melhor solução para isso é trabalhar sozinha, depender única e exclusivamente de mim. E é pra já!
Eu preciso estar em constante aprendizado. Preciso sentir que alguém está me ensinando. O autodidatismo nunca me satisfez.
A monotonia no trabalho é tão ruim quanto sexo sem prazer. É brochante. Pior ainda quando eu paro e penso no tempo que dedico diariamente ao trabalho... é muita coisa!
Olho ao meu redor e vejo um monte de gente desmotivada, no piloto automático, e mais um bando nem aí pro que sai nas páginas do jornal. Eu não sei trabalhar assim: o que eu faço tem que ser o melhor, tem que beirar a perfeição... e quando vejo que só eu penso assim... ahhh, que raiva!
Então, vejo que a melhor solução para isso é trabalhar sozinha, depender única e exclusivamente de mim. E é pra já!


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