Prazerer familiares
Começo a semana cheia de gás, descançada, tranqüila e torcendo pra que a sexta-feira chegue logo e que o próximo final de semana demore a passar. Pedi muito, né? Ah, mas quem sabe?
Estou feliz por mim. Feliz porque consegui cumprir o que havia me proposto no início da semana passada. Sem festas fortes, momentos de descanso e dedicados a mim. E não é que consegui? Sexta à noite, filmezinho (aliás, não agüentei olhar até o final, os faróis apagaram antes, e à 1 hora tava estatelada na cama). Sábado, depois de trabalhar, fui à casa dos meus pais zapear pela NET. Encontrei uma comédia romântica bem simpática e acabei assistindo até 23h30. Tinha o aniversário de um grande amigo pra ir, mas o frio, o sono e a festa pouco promissora (a não ser pra abraçar grandes amigos) não conseguiram me gerar grande impolgação. Mas o filmezinho foi de grande valia. Nada como ver filmes com finais felizes. Saí da casa dos meus pais saltitante. Vesti a roupa, passei a maquiagem e o perfume e fui. Como esperava, nada muito promissor pra caça, mas não fui pra isso e sim pra cumprimentar meu amigo que, aliás, vive uma grande fase: apaixonado, namorando, todo faceiro. E cumpri minha missão. E voltei pra casa tranqüila, sem álcool na cabeça (ok, duas longnecks....é, bebi cerveja... mas era Bohemia!) e sem arrependimentos.
O domingo foi de total descanso. Passei o dia deitada na sala de tevê dos meus pais assistindo a seriados da Warner e da Sony. Ah, e comendo. Coisa bem boa!
Se cumpri a parte do auto-conhecimento? Buenas, é sempre um auto-aprendizado conter impulsos de se estragar na noite, beber todas, conhecer trouxas. E ver que existe um prazer igualmente satisfatório em ficar em casa, curtindo uma tevê, com os pés quentes e o corpo coberto, com a mãe na ponta do sofá terminando de tricotar um blusão e o pai e o irmão acompanhando o futebol. Provinciano? Tem coisa melhor que isso? Ok, também acho ótimo um final de semana a dois na Serra. Mas enquanto a companhia especial não vem, nada melhor que a companhia de quem tanto nos conhece: a família.
Estou feliz por mim. Feliz porque consegui cumprir o que havia me proposto no início da semana passada. Sem festas fortes, momentos de descanso e dedicados a mim. E não é que consegui? Sexta à noite, filmezinho (aliás, não agüentei olhar até o final, os faróis apagaram antes, e à 1 hora tava estatelada na cama). Sábado, depois de trabalhar, fui à casa dos meus pais zapear pela NET. Encontrei uma comédia romântica bem simpática e acabei assistindo até 23h30. Tinha o aniversário de um grande amigo pra ir, mas o frio, o sono e a festa pouco promissora (a não ser pra abraçar grandes amigos) não conseguiram me gerar grande impolgação. Mas o filmezinho foi de grande valia. Nada como ver filmes com finais felizes. Saí da casa dos meus pais saltitante. Vesti a roupa, passei a maquiagem e o perfume e fui. Como esperava, nada muito promissor pra caça, mas não fui pra isso e sim pra cumprimentar meu amigo que, aliás, vive uma grande fase: apaixonado, namorando, todo faceiro. E cumpri minha missão. E voltei pra casa tranqüila, sem álcool na cabeça (ok, duas longnecks....é, bebi cerveja... mas era Bohemia!) e sem arrependimentos.
O domingo foi de total descanso. Passei o dia deitada na sala de tevê dos meus pais assistindo a seriados da Warner e da Sony. Ah, e comendo. Coisa bem boa!
Se cumpri a parte do auto-conhecimento? Buenas, é sempre um auto-aprendizado conter impulsos de se estragar na noite, beber todas, conhecer trouxas. E ver que existe um prazer igualmente satisfatório em ficar em casa, curtindo uma tevê, com os pés quentes e o corpo coberto, com a mãe na ponta do sofá terminando de tricotar um blusão e o pai e o irmão acompanhando o futebol. Provinciano? Tem coisa melhor que isso? Ok, também acho ótimo um final de semana a dois na Serra. Mas enquanto a companhia especial não vem, nada melhor que a companhia de quem tanto nos conhece: a família.


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