A boa e velha (mas sempre renovada) sexta-feira
Impressionante a sensação que dá estar em plena sexta-feira.
Tão estimulante, revigorante, cheia de expectativas.
Tá certo que há domingos em que a gente chega à conclusão de que de nada adiantou estar com todo o pique pro final de semana. As festas não ajudaram, o tempo tava uma merda, os filmes do cinema um porre, até a tevê a cabo resolveu reprisar aqueles filmes que já vimos unas cinco vezes.
Mas, enfim, meu dia preferido é, sem dúvida, a sexta-feira. A saída da sexta-feira, por exemplo, se estiver ruim, tem sempre a chance de a de sábado ser melhor. Se for daquelas de derrubar, até altas horas da madrugada (ou com prosseguimentos na companhia de novas conquistas), sempre tem o sábado pro descando necessário.
Já o domingo... ah, o domingo é aquele dia xarope, que a gente senta no sofá e espera a segunda-feira chegar.
Tão estimulante, revigorante, cheia de expectativas.
Tá certo que há domingos em que a gente chega à conclusão de que de nada adiantou estar com todo o pique pro final de semana. As festas não ajudaram, o tempo tava uma merda, os filmes do cinema um porre, até a tevê a cabo resolveu reprisar aqueles filmes que já vimos unas cinco vezes.
Mas, enfim, meu dia preferido é, sem dúvida, a sexta-feira. A saída da sexta-feira, por exemplo, se estiver ruim, tem sempre a chance de a de sábado ser melhor. Se for daquelas de derrubar, até altas horas da madrugada (ou com prosseguimentos na companhia de novas conquistas), sempre tem o sábado pro descando necessário.
Já o domingo... ah, o domingo é aquele dia xarope, que a gente senta no sofá e espera a segunda-feira chegar.


0 Comments:
Postar um comentário
<< Home