Cheeegggaaaa!!!!!!
Já deu pra perceber que ando com os cornos virados... não gosto de estar assim, mas há situações na vida da gente (mais especificamente no trabalho da gente) que temos que deixar no plano das idéias a irresistível vontade de mandar tudo a puta que pariu. Já mentalizo a cena: em um extremo momento de estresse, levanto da minha cadeira e começo a sessão descarrego. O primeiro que gostaria de ver bem longe de meu convívio é o cara do molho de chaves barulhento. Cruzes, como esse homem é irritante! Está a metros de distância, mas aquele bando de chaves grudadas à cintura podem ser ouvidos de longe. E nos remetem àquela sua cara de bom moço, de homem que cumpre com seu deve, a quem lhe deram um puta poder e com o qual ele hoje se lambuza. Essa é uma das minhas maiores frustrações: ter um chefe maior tão despreparado, tão inocente, tão estupidamente tonto.
Depois de dizer tudo o que a cabeça, de pronto, mandar, ia em direção ao segundo cacique. Se bem que tá mais pra índio baba-ovo. É só o que faz... garante o seu e fodam-se os pobres indiozinhos... tenho a minha oca, minha família pra sustentar, porque me arriscaria por vocês, seus merdas!
E assim a gente vai levando.
Mas como disse, não gosto de me sentir assim. Aliás, não sou assim, mas vendo o barco afundar, impossível não ficar irritado e querer mudar. Se bem que a frustração é tanta que a opção mais acertada é abandonar o barco e partir pra um transatlântico mesmo, mais imponente, certo de seu rumo, com muitos botes pra salvar a tripulação.
O estresse passa... aliás, escrever sobre ele já ajuda muito.
Ok, prometo amanhã ser uma pessoa melhor. Parece frase de Alcoólicos Anônimos, mas é mais ou menos assim que funciona. Senão a gente passa a vida inteira resmungando e afastando as pessoas de quem gostamos. Eis o meu mantra: ser uma pessoa melhor.
Depois de dizer tudo o que a cabeça, de pronto, mandar, ia em direção ao segundo cacique. Se bem que tá mais pra índio baba-ovo. É só o que faz... garante o seu e fodam-se os pobres indiozinhos... tenho a minha oca, minha família pra sustentar, porque me arriscaria por vocês, seus merdas!
E assim a gente vai levando.
Mas como disse, não gosto de me sentir assim. Aliás, não sou assim, mas vendo o barco afundar, impossível não ficar irritado e querer mudar. Se bem que a frustração é tanta que a opção mais acertada é abandonar o barco e partir pra um transatlântico mesmo, mais imponente, certo de seu rumo, com muitos botes pra salvar a tripulação.
O estresse passa... aliás, escrever sobre ele já ajuda muito.
Ok, prometo amanhã ser uma pessoa melhor. Parece frase de Alcoólicos Anônimos, mas é mais ou menos assim que funciona. Senão a gente passa a vida inteira resmungando e afastando as pessoas de quem gostamos. Eis o meu mantra: ser uma pessoa melhor.


2 Comments:
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