terça-feira, agosto 15, 2006

Há um mês


Hoje, perto das 21h30, 22 horas, fará um mês da separação. Muito tempo, pouco tempo? Não sei. A sensação que permanece é de que numa noite dessas vou acordar e vê-lo deitado ao meu lado, como se tudo não passasse de uma longa noite de sono mal dormida.
Mesmo que as coisas estivessem de mal a pior, o rompimento era um extremo assustador. Mas ele aconteceu, de forma premeditada pra ele, mas que pra mim ainda é visto com estranhamento, como algo com que tenho que me acostumar, que preciso absorver.
A vida segue, com seus altos e baixos, com a noite como consolo, com o trabalho como principal razão da minha existência.

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Oi amada. Certa vez, quando terminei um namoro, eu caminhava pela rua e minha mão direita, instintivamente, procurava por outra mão. Demora um tempo pra gente se acostumar. Mas o bom é que de repente a ficha cai. Sem estardalhaços, sem furores. Simplesmente cai. E a gente volta a viver normalmente. E o dito cujo vai para o lugar que é seu de direito: para o passado. Beijo grande, se cuida

10:35 AM  

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