Solteira na cidade
A secretária da minha gineco, na última consulta, olhou pra mim e perguntou: - Você tem namorado? Não, não tenho. - Mas por quê? Tão bonita... Pois é, a malvada da beleza. Atrapalha, sabia? Porque homem só vê a carcaça. O conteúdo... pra quê, se o que interessa pra fins sexuais é ser "comível". Incomoda de mais ouvir elogios direcionados ao que está aparente. E é sempre assim... mesmo vindo de quem a gente imagina nos conhecer melhor. Cansei disso.
Aí, dia desses, outra teoria surgiu: a de que mulher bonita tem muito mais chances no mercado de trabalho. Quer saber? Tenho muitas restrições a mulher bonita. Porque é muito comum a contratarem sem nenhum outro embasamento, a não ser a beleza aparente. Claro que há excessões. Mas a bonita vai ter que provar por A mais B que não é só um rostinho e um corpo escultural.
Zapeando pela Net, cruzei com um programa que assisto de vez em quando e sempre me proporciona, se não reflexão, momentos de perplexão. São mulheres bonitas moradoras de Los Angeles, à caça de homens igualmente interessantes. Mas a competição por lá é desleal. Elas, aliás, têm um comportamento muito mais voraz do que as mulheres brasileiras. A coisa é escancarada. Promiscuidade é refresco. Sempre que podem, estão semi-nuas.
Me pergunto até que ponto a independência e a liberdade feminina não tomaram proporções nocivas às próprias mulheres. Está de mais! Não vêem problema algum em, literalmente, atacar os homens. E elas estão aos montes. Em bandos. E se tornaram uma vergonha para a espécie.
Ser feia também não é a solução. O que falta é respeito, pudor, educação, comedimento. E também, em medida ainda maior, uma mudança de interesse, um novo foco. Ninguém em sã consciência vai conseguir passar a vida ao lado de uma mulher sem conteúdo. E a beleza, por mais que se cuide, um dia é tomada por rugas. Ou por celulite, dobrinhas, cabelos brancos.
Outra situação a ser enfrentada é a credibilidade. Ninguém acredita na fidelidade de uma bonita. Afinal, o que não falta é pretendente! E qual a vantagem em ter tão somente um corpinho, enquanto vários outros estão dispostos a compartilhar?
Enfim, como se vê, a vida das beldades não é nada fácil. No trabalho, tem que provar que não são só fisicamente competentes. No campo afetivo, é falta de confiança, interesses fúteis, relações fulgazes.
Aí, dia desses, outra teoria surgiu: a de que mulher bonita tem muito mais chances no mercado de trabalho. Quer saber? Tenho muitas restrições a mulher bonita. Porque é muito comum a contratarem sem nenhum outro embasamento, a não ser a beleza aparente. Claro que há excessões. Mas a bonita vai ter que provar por A mais B que não é só um rostinho e um corpo escultural.
Zapeando pela Net, cruzei com um programa que assisto de vez em quando e sempre me proporciona, se não reflexão, momentos de perplexão. São mulheres bonitas moradoras de Los Angeles, à caça de homens igualmente interessantes. Mas a competição por lá é desleal. Elas, aliás, têm um comportamento muito mais voraz do que as mulheres brasileiras. A coisa é escancarada. Promiscuidade é refresco. Sempre que podem, estão semi-nuas.
Me pergunto até que ponto a independência e a liberdade feminina não tomaram proporções nocivas às próprias mulheres. Está de mais! Não vêem problema algum em, literalmente, atacar os homens. E elas estão aos montes. Em bandos. E se tornaram uma vergonha para a espécie.
Ser feia também não é a solução. O que falta é respeito, pudor, educação, comedimento. E também, em medida ainda maior, uma mudança de interesse, um novo foco. Ninguém em sã consciência vai conseguir passar a vida ao lado de uma mulher sem conteúdo. E a beleza, por mais que se cuide, um dia é tomada por rugas. Ou por celulite, dobrinhas, cabelos brancos.
Outra situação a ser enfrentada é a credibilidade. Ninguém acredita na fidelidade de uma bonita. Afinal, o que não falta é pretendente! E qual a vantagem em ter tão somente um corpinho, enquanto vários outros estão dispostos a compartilhar?
Enfim, como se vê, a vida das beldades não é nada fácil. No trabalho, tem que provar que não são só fisicamente competentes. No campo afetivo, é falta de confiança, interesses fúteis, relações fulgazes.


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