Tempo e decisões
Sabe aquelas carinhas no MSN? Tem a carinha feliz, com um baita sorriso. Tem aquela marota, safada, com a língua pra fora. Aí tem aquela perplexa, com os olhos arregalados. E a triste, com o sorriso ao contrário. Por fim, o bonequinho aos prantos. Mais ou menos o processo pelo qual passei ontem. Da euforia à tristeza. Tudo por causa da ansiedade. A malvada sempre me faz passar por isso.
Ontem à noite, depois de viver esse processo, para arrematar, assisti a uma série que considero a melhor atualmente no ar. Fazia tempo que não passava episódio novo e até despertador coloquei pra me lembrar de assisti-la. Greys´ Anatomy. Sobre um bando de residentes e médicos que trabalham em um hospital de Seattle. Todos, com os sentimentos à flor da pele.
O enredo onde girava em torno de decisões e do tempo, que sempre passa mais rápido do que a gente gostaria.
De fato, o tempo voa. Principalmente quando a gente está fazendo algo que gosta. Férias, então, se resumem à metade do tempo que parece levar a do colega, que nunca volta ao trabalho.
Voltei, há tempos, aliás. Que feio, o blog jogado às traças. Mas foram férias para os leitores também. Deviam estar cansados da mesma ladainha de sempre.
Muitas coisas estão para acontecer. Mas sem nenhuma garantia de que aconteçam. E é aí que mora a angústia. Demoro a me decidir pelas escolhas a tomar e, quando opto, inicia-se a espera. As decisões passeiam pela vida amorosa e profissional. Mudam radicalmente minhas perspectivas diante do futuro. Mas elas não depende somente de mim. Dependem dos outros. E a gente espera. Uma gestação. Nove horas, nove dias, nove meses, nove anos.
Mas o plano B está em execução. Enquanto isso, fica-se no mesmo emprego e solteira. Adendo: feliz, sempre!
Ontem à noite, depois de viver esse processo, para arrematar, assisti a uma série que considero a melhor atualmente no ar. Fazia tempo que não passava episódio novo e até despertador coloquei pra me lembrar de assisti-la. Greys´ Anatomy. Sobre um bando de residentes e médicos que trabalham em um hospital de Seattle. Todos, com os sentimentos à flor da pele.
O enredo onde girava em torno de decisões e do tempo, que sempre passa mais rápido do que a gente gostaria.
De fato, o tempo voa. Principalmente quando a gente está fazendo algo que gosta. Férias, então, se resumem à metade do tempo que parece levar a do colega, que nunca volta ao trabalho.
Voltei, há tempos, aliás. Que feio, o blog jogado às traças. Mas foram férias para os leitores também. Deviam estar cansados da mesma ladainha de sempre.
Muitas coisas estão para acontecer. Mas sem nenhuma garantia de que aconteçam. E é aí que mora a angústia. Demoro a me decidir pelas escolhas a tomar e, quando opto, inicia-se a espera. As decisões passeiam pela vida amorosa e profissional. Mudam radicalmente minhas perspectivas diante do futuro. Mas elas não depende somente de mim. Dependem dos outros. E a gente espera. Uma gestação. Nove horas, nove dias, nove meses, nove anos.
Mas o plano B está em execução. Enquanto isso, fica-se no mesmo emprego e solteira. Adendo: feliz, sempre!


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