Relaxei e gozei
Enfeitei minha casa para o Natal. Não me pergunte o motivo da antecipação. Andava pelo shopping dia desse e não me contive. Guirlandas, bolinhas, pinheiros, lantejoulas, velas, bonecos de neve, tudo gerou encantamento. O enfeite da porta já está lá. O único em todo o prédio. Mais uma arvorezinha dourada, com purpurinas furtacor, e um enfeite com a cara de um boneco de neve.
Ando de bem com a vida, vai ver é isso. Os probleminhas corriqueiros já não me incomodam mais tanto assim. Diante disso, ainda consegui vencer meu pão-durismo e chamar a faxineira pra dar uma boa limpa lá em casa e mandei fazer uma cortina para a sala. Ah, também troquei o celular, criei vergonha na cara e passei de cartão pra conta, porque agora confio mais no meu orçamento.
Ok, ok. Confesso. O coração é o grande motivador de tudo isso. E o inédito do contexto é que não há nada concreto, preto no branco, às claras. Quando dá vontade, nos juntamos. E o irônico da coisa é que o cerco vem apertando. Saudades estão sendo expressas. Legal, é o que tenho a dizer. Porque estou bem, muito bem. A situação não me incomoda mais. Deixei a afobação da vida certinha de lado. Se vc me perguntar se gostaria de ter algo mais convencional, titubearia pra responder. Acho que vivo agora todo o conceito de mulher independente. Sempre fui emocionalmente MUITO dependente. Precisava da bengala do sentimento do outro, devidamente expresso e sacramentado. Nos últimos tempos, não mais. Pelo menos não tanto mais a ponto de me sufocar, gerar encucações gigantescas, questionamentos filosóficos beirando a neura. Talvez porque a empolgação não seja tanta. Paixão, não sei. Amor, não, com certeza. Tesão, muito. Mais alguma coisa? Pouco. Evito intimidades. Falar de coisas minhas, frustrações, anseios. Não sei se é bom, mas foi a forma que encontrei pra me auto-preservar, pra me proteger de frustrações. No que vai dar, deixa os próximos dias mostrarem.
Ando de bem com a vida, vai ver é isso. Os probleminhas corriqueiros já não me incomodam mais tanto assim. Diante disso, ainda consegui vencer meu pão-durismo e chamar a faxineira pra dar uma boa limpa lá em casa e mandei fazer uma cortina para a sala. Ah, também troquei o celular, criei vergonha na cara e passei de cartão pra conta, porque agora confio mais no meu orçamento.
Ok, ok. Confesso. O coração é o grande motivador de tudo isso. E o inédito do contexto é que não há nada concreto, preto no branco, às claras. Quando dá vontade, nos juntamos. E o irônico da coisa é que o cerco vem apertando. Saudades estão sendo expressas. Legal, é o que tenho a dizer. Porque estou bem, muito bem. A situação não me incomoda mais. Deixei a afobação da vida certinha de lado. Se vc me perguntar se gostaria de ter algo mais convencional, titubearia pra responder. Acho que vivo agora todo o conceito de mulher independente. Sempre fui emocionalmente MUITO dependente. Precisava da bengala do sentimento do outro, devidamente expresso e sacramentado. Nos últimos tempos, não mais. Pelo menos não tanto mais a ponto de me sufocar, gerar encucações gigantescas, questionamentos filosóficos beirando a neura. Talvez porque a empolgação não seja tanta. Paixão, não sei. Amor, não, com certeza. Tesão, muito. Mais alguma coisa? Pouco. Evito intimidades. Falar de coisas minhas, frustrações, anseios. Não sei se é bom, mas foi a forma que encontrei pra me auto-preservar, pra me proteger de frustrações. No que vai dar, deixa os próximos dias mostrarem.


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