A gente sempre volta diferente
Voltei faz pouco de uma semana longe da civilização, mas perto – muito perto – dos meus progenitores.
A experiência foi curiosa. Primeiro, porque era o fim do mundo... claro, paradisíaco, mas ainda o fim do mundo. Sabe onde o diabo perdeu as meias? Pois acho que descobri onde Deus perdeu as cuecas... Tipo, dois aviões, um ônibus, uma balsa, uma caminhonete com dois pneus furados e um táxi. Tudo isso pra chegar a Taipu de Fora, nos senfins da Bahia.
Mar espetacular, muitos arrecifes, muito sol, muita comida boa, muitas noites bem dormidas (isso, claro, depois do Baygon e dos roncos do papis), muitas caminhadas. Mas tudo o que é de mais enjoa... e sete dias nessa rotina chegam a ser estressantes de tão parados.
Mas tudo ótimo... eu fui sabendo que poderia ser assim, então, segurei a onda. Ainda mais quando papis banca tudo e faz questão da sua presença. Muito fofo meu pai, aliás. Tá perdoado pelos roncos mega-altos.
Hoje rolou um episódio muito curioso. Meu pai desabafou. Queria entender porque minha mãe desligou do mundo. Porque ela, assim como ele, não liga pra mãe pra contar da viagem, não comunica as irmãs do retorno... Bom, eu não sei bem o que aconteceu com a minha mãe pra ela ficar assim, só sei que o mesmo acontece quando eles viajam. Quem liga pra contar como estão as coisas e saber da gente é meu pai.
Talvez eu tenha essa coisa individualista dela... talvez venha daí minha intolerância à convivência demasiada com muita gente, minha necessidade de silêncio.
Mas tudo bem, pelo menos quanto a mim... já minha mãe, bom, ela vai precisar trabalhar isso.
Mas eu voltei bem descansada, bem vermelha e bem roliça...
No retorno, algumas coisas mudaram, outras estão na mesma, outras estão na iminência de mudar, assim espero!
Vejamos, porque amanhã volto à rotina!
Bons fluidos pra mim!
A experiência foi curiosa. Primeiro, porque era o fim do mundo... claro, paradisíaco, mas ainda o fim do mundo. Sabe onde o diabo perdeu as meias? Pois acho que descobri onde Deus perdeu as cuecas... Tipo, dois aviões, um ônibus, uma balsa, uma caminhonete com dois pneus furados e um táxi. Tudo isso pra chegar a Taipu de Fora, nos senfins da Bahia.
Mar espetacular, muitos arrecifes, muito sol, muita comida boa, muitas noites bem dormidas (isso, claro, depois do Baygon e dos roncos do papis), muitas caminhadas. Mas tudo o que é de mais enjoa... e sete dias nessa rotina chegam a ser estressantes de tão parados.
Mas tudo ótimo... eu fui sabendo que poderia ser assim, então, segurei a onda. Ainda mais quando papis banca tudo e faz questão da sua presença. Muito fofo meu pai, aliás. Tá perdoado pelos roncos mega-altos.
Hoje rolou um episódio muito curioso. Meu pai desabafou. Queria entender porque minha mãe desligou do mundo. Porque ela, assim como ele, não liga pra mãe pra contar da viagem, não comunica as irmãs do retorno... Bom, eu não sei bem o que aconteceu com a minha mãe pra ela ficar assim, só sei que o mesmo acontece quando eles viajam. Quem liga pra contar como estão as coisas e saber da gente é meu pai.
Talvez eu tenha essa coisa individualista dela... talvez venha daí minha intolerância à convivência demasiada com muita gente, minha necessidade de silêncio.
Mas tudo bem, pelo menos quanto a mim... já minha mãe, bom, ela vai precisar trabalhar isso.
Mas eu voltei bem descansada, bem vermelha e bem roliça...
No retorno, algumas coisas mudaram, outras estão na mesma, outras estão na iminência de mudar, assim espero!
Vejamos, porque amanhã volto à rotina!
Bons fluidos pra mim!


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