Purple Rain
Merda, perdi o sono.
Fugiu na 15.ª vez que ouvi Purple Rain. E olha que são 8 minutos e 42 segundos de música. Mas eu sou assim... ouvir à exaustão é meu lema.
O dia foi tenso. Minhas costas tão tensas. Meus dentes exercitam um bruxismo que nem tenho.
Quando paro para pensar, deglutir, assimilar, me dá medo.
É um estágio perigoso... é quando afloram as sensações de arrependimento. Mas eu não tomo decisões precipitadas. Eu me escuto intermináveis vezes. Alguns meses atrás, escutaria ainda mais os outros, mas parei com essa bobagem. Quem tem que me aprovar sou eu. Ponto.
Faço muitas coisas ao mesmo tempo, mas sempre acho que poderia fazer mais e melhor. Síndrome do horário de fechamento, do dead line, da vida corrida que sempre me ganha na hora de cruzar a linha de chegada.
Esse tempo que corre tão depressa... me faz lembrar que faz um ano que estive no Canadá. Falar isso parece até falácia... há pouco eu preparava a viagem, juntava cada troco para bancá-la, projetava tudo o que faria. E foi tudo exatamente diferente. Especialmente na parte em que eu me senti a mais solitária das pessoas, num mundo à parte do mundo dos outros. Mas foram algumas horas, só. Passou rápido, na hora em que eu vi que tinha um mundo pra me encontrar e não um mundo onde me perder.
Putz, agora chove forte lá fora.... e eu não fiz menção a isso na manchete de amanhã. Que merda...
Culpa do falcatrua do tempo, que não deixa que a gente dê conta de tudo o que é preciso fazer.
Mas aí lembrei que, além dos 365 dias passados da minha trip transcendental, faz cinco meses que parei com a hidro e a natação. Sedentarismo podre... detesto sentir preguiça e encontrar justificativas pra ela. "É que tenho medo de ficar com otite de novo". Well, academia baby. "Ah, mas não gosto de puxar ferro." Compra uma esteira. "Muito caro." E por aí vão as desculpas.
Hoje também faz nove meses que regressei ao bom, velho, gasto, renovado, desanimador/empolgante jornal que tanto amo. A criança nasceu! Nove meses gestando um monte de expectativas... boa hora pra perguntar pra mim: "E aí, tá feliz?" Hehehe... e eu, muito doidamente respondo, com um sorriso no rosto e de boca cheia: ssssssiiiimmmmm!!!!!!!!!!
Sei lá, talvez eu seja a última romântica... eu sei que posso ir pra onde for, fazer o que for, mas algo mais forte que eu me faz querer, sim, apostar naquele calhamaço de papel que eu ajudo a fazer. "Yes, I can!" Embora eu quisesse contar com o eco dos colegas pra escrever "Yes, we can!". Mas são alguns parcos parceiros que amam o que fazem a ponto de deixar os problemas da grana curta, das milhares de pautas e das incessantes cobranças de lado pra manter a chama acesa.
Muita meeerdaaaa! Chove muito forte!
E Purple Rain já tocou pela 21.ª vez.
Hora de me abraçar no Dog, Dog e rezar pro sono chegar.
E também pra chuva pararrrrr!
Fugiu na 15.ª vez que ouvi Purple Rain. E olha que são 8 minutos e 42 segundos de música. Mas eu sou assim... ouvir à exaustão é meu lema.
O dia foi tenso. Minhas costas tão tensas. Meus dentes exercitam um bruxismo que nem tenho.
Quando paro para pensar, deglutir, assimilar, me dá medo.
É um estágio perigoso... é quando afloram as sensações de arrependimento. Mas eu não tomo decisões precipitadas. Eu me escuto intermináveis vezes. Alguns meses atrás, escutaria ainda mais os outros, mas parei com essa bobagem. Quem tem que me aprovar sou eu. Ponto.
Faço muitas coisas ao mesmo tempo, mas sempre acho que poderia fazer mais e melhor. Síndrome do horário de fechamento, do dead line, da vida corrida que sempre me ganha na hora de cruzar a linha de chegada.
Esse tempo que corre tão depressa... me faz lembrar que faz um ano que estive no Canadá. Falar isso parece até falácia... há pouco eu preparava a viagem, juntava cada troco para bancá-la, projetava tudo o que faria. E foi tudo exatamente diferente. Especialmente na parte em que eu me senti a mais solitária das pessoas, num mundo à parte do mundo dos outros. Mas foram algumas horas, só. Passou rápido, na hora em que eu vi que tinha um mundo pra me encontrar e não um mundo onde me perder.
Putz, agora chove forte lá fora.... e eu não fiz menção a isso na manchete de amanhã. Que merda...
Culpa do falcatrua do tempo, que não deixa que a gente dê conta de tudo o que é preciso fazer.
Mas aí lembrei que, além dos 365 dias passados da minha trip transcendental, faz cinco meses que parei com a hidro e a natação. Sedentarismo podre... detesto sentir preguiça e encontrar justificativas pra ela. "É que tenho medo de ficar com otite de novo". Well, academia baby. "Ah, mas não gosto de puxar ferro." Compra uma esteira. "Muito caro." E por aí vão as desculpas.
Hoje também faz nove meses que regressei ao bom, velho, gasto, renovado, desanimador/empolgante jornal que tanto amo. A criança nasceu! Nove meses gestando um monte de expectativas... boa hora pra perguntar pra mim: "E aí, tá feliz?" Hehehe... e eu, muito doidamente respondo, com um sorriso no rosto e de boca cheia: ssssssiiiimmmmm!!!!!!!!!!
Sei lá, talvez eu seja a última romântica... eu sei que posso ir pra onde for, fazer o que for, mas algo mais forte que eu me faz querer, sim, apostar naquele calhamaço de papel que eu ajudo a fazer. "Yes, I can!" Embora eu quisesse contar com o eco dos colegas pra escrever "Yes, we can!". Mas são alguns parcos parceiros que amam o que fazem a ponto de deixar os problemas da grana curta, das milhares de pautas e das incessantes cobranças de lado pra manter a chama acesa.
Muita meeerdaaaa! Chove muito forte!
E Purple Rain já tocou pela 21.ª vez.
Hora de me abraçar no Dog, Dog e rezar pro sono chegar.
E também pra chuva pararrrrr!


1 Comments:
e não é q a insônia rendeu???? mas "purple rain" 21 vezes eu matava o Prince(so) rssrsss..
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