Não é bem assim
Sim, anônimo. O que ocorre é o que você supõe. E com todas as implicações inerentes.
Se anda sumido? Sumido é pouco para o seu estado de total desaparecimento.
Sei de novas a seu respeito também. Pena não querer mais compartilhá-las.
Ando atônita com tantas mudanças na minha vida. Pensei que seria fácil absorvê-las, mas não é bem assim. Minha cidade me faz falta, minha rotina me faz falta, meus pais me fazem falta, a solidão do meu apartamento, minha natação, os anônimos familiares com que cruzava na rua... enfim, ainda não usufruo dos prazeres da mudança. Ela me causa total estranhamento, desconforto.
Muito sinceramente, da superfície do meu coração (porque não preciso ir muito a fundo para escrever isso), lamento que você tenha se distanciado. Digo você porque muitos foram os apelos de novos contatos por meio deste blog. Ligar, não sei para onde o faria. Vontades surgiram aos montes. Éramos cúmplices, hoje somos lembrança distante. Espero que o distanciamento tenha um fundamento, uma justificativa, uma explicação. Quem sabe a tão esperada felicidade naquilo que a vida lhe impôs. Mas, de qualquer forma, anseio por um contato, palavras em um e-mail...ah, sim, aquele café cujos nossos netos devem se fazer cumprir... mas não se restrinja a meros vocábulos via comentário. Quero mais! Você é muito mais que um voyer do blog da minha vida.
Manifeste-se à altura.
Sempre sua,
Flor
Se anda sumido? Sumido é pouco para o seu estado de total desaparecimento.
Sei de novas a seu respeito também. Pena não querer mais compartilhá-las.
Ando atônita com tantas mudanças na minha vida. Pensei que seria fácil absorvê-las, mas não é bem assim. Minha cidade me faz falta, minha rotina me faz falta, meus pais me fazem falta, a solidão do meu apartamento, minha natação, os anônimos familiares com que cruzava na rua... enfim, ainda não usufruo dos prazeres da mudança. Ela me causa total estranhamento, desconforto.
Muito sinceramente, da superfície do meu coração (porque não preciso ir muito a fundo para escrever isso), lamento que você tenha se distanciado. Digo você porque muitos foram os apelos de novos contatos por meio deste blog. Ligar, não sei para onde o faria. Vontades surgiram aos montes. Éramos cúmplices, hoje somos lembrança distante. Espero que o distanciamento tenha um fundamento, uma justificativa, uma explicação. Quem sabe a tão esperada felicidade naquilo que a vida lhe impôs. Mas, de qualquer forma, anseio por um contato, palavras em um e-mail...ah, sim, aquele café cujos nossos netos devem se fazer cumprir... mas não se restrinja a meros vocábulos via comentário. Quero mais! Você é muito mais que um voyer do blog da minha vida.
Manifeste-se à altura.
Sempre sua,
Flor


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