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Pensei que fosse passar.
Mas a sensação ruim não vai embora. Só piora.
É como se a alimentasse a cada pensamento.
Como se quisesse ficar assim e nunca mais sair dessa melancolia doentia.
E ainda tenho a descabida idéia de que preciso ser ajudada.
Ninguém tem a obrigação de me ajudar!
Se estou assim é porque quero e pra sair só querendo.
Mas não sinto que tenho forças pra isso.
Cada dia que passa sinto mais vontade e menos razões pra estar aqui.
Quero ir embora. Pra lugar qualquer, lugar nenhum.
Esse mundo não me merece. Não é digno de mim!
Quero minha vida de volta. Quero sentir o prazer da existência que impusiona os homens a contruir castelos, mesmo que de areia, de cartas que caem ao sabor do vento.
Não tenho o que construir.
Não tenho com quem construir. Ninguém quer construir comigo. Só querem me destruir. E eu a mim.
Quero beber para sumir. Quero fumar para sentir o gosto seco e infinito da morte.
Quero chorar, mas as lágrimas não vêm quando peço que apareçam. Elas vêm quando não as quero, quando o motivo é ridículo e o momento inapropriado.
Mas vai passar.
Se não passar, faço passar.
E que Deus me proteja.
Mas a sensação ruim não vai embora. Só piora.
É como se a alimentasse a cada pensamento.
Como se quisesse ficar assim e nunca mais sair dessa melancolia doentia.
E ainda tenho a descabida idéia de que preciso ser ajudada.
Ninguém tem a obrigação de me ajudar!
Se estou assim é porque quero e pra sair só querendo.
Mas não sinto que tenho forças pra isso.
Cada dia que passa sinto mais vontade e menos razões pra estar aqui.
Quero ir embora. Pra lugar qualquer, lugar nenhum.
Esse mundo não me merece. Não é digno de mim!
Quero minha vida de volta. Quero sentir o prazer da existência que impusiona os homens a contruir castelos, mesmo que de areia, de cartas que caem ao sabor do vento.
Não tenho o que construir.
Não tenho com quem construir. Ninguém quer construir comigo. Só querem me destruir. E eu a mim.
Quero beber para sumir. Quero fumar para sentir o gosto seco e infinito da morte.
Quero chorar, mas as lágrimas não vêm quando peço que apareçam. Elas vêm quando não as quero, quando o motivo é ridículo e o momento inapropriado.
Mas vai passar.
Se não passar, faço passar.
E que Deus me proteja.


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