A meus mestres, com carinho
Dia 15 foi Dia do Professor. A data já passou, mas encasquetei que precisava escrever algo em homenagem aos responsáveis por ser quem e como sou. A tia Vanda, do prezinho. A profe Célia, da 1.ª série, que deve ter passado o maior perrengue pra me ensinar a escrever o sobrenome mais cheio de consoantes que conheço. A profe Leonor, que numa dessas coisas inexplicáveis da vida, entrou pra família. A profe Márcia, 1,80 e tantos de muita disposição. Teve também a Verinha, o Alfredo, as Cátias, a Luciana, a Vera Lúcia, a Ana Maria, o Dário, a Poliana, a Cleci, a Rosa, a Silmara, o Tailor... Um capítulo à parte são os mestres da Matemática. Putz, como sofri tentando resolver cálculos e equações. Um alo para a Andréia, o João e, um muito especial abraço ao professor Alípio. Nem acredito que sobrevivi à hipotenusa e seus catetos. Sem falar nas tangentes, cotangentes... cruzes! Tem uma turma de professoras, no entanto, que merece minha mais especial consideração. Se eu tinha pesadelos com as contas da Matemática, era no Português que me esbaldava. Grandes mestras a Carmem, a Jussara e a Juliana. Guardo com o maior carinho as redações daquele tempo, escritas com palavras escolhidas a dedo no Aurélio. Por culpa delas, a classe jornalística ganhou mais uma integrante. E que coisa boa descobrir-se com talento para a escrita ainda nos bancos escolares. Está certo que o sonho era mesmo virar escritora, mas readaptei a aspiração e virei escrivinhadora do cotidiano mesmo. Mas tem uma mestra, também professora, que tenho o prazer de ter em minha vida para sempre. É a profe Susana, minha mãe. O negócio dela era Educação Física. E que ginástica fazia para carretear eu e meu irmão para as aulas de futebol, vôlei, inglês, dança... ufa! A todos os professores que passaram, ficaram e hão de passar na minha vida, meus mais sinceros agradecimentos. Vocês são formadores de caráteres, de cidadãos, de futuros profissionais comprometidos em dar o melhor de si pelo bem comum. Parabéns, queridos professores!

